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#187 - Livros curtinhos para levar na mala
Guia EYN

Edição especial #187


Livros curtinhos para levar na mala
Procurando sair da ressaca literária ou apenas poupar espaço na mala? Ou melhor, você quer ler livro atrás de livro nesse verão? Segue aqui a nossa curadoria com clássicos e contemporâneos fininhos, mas poderosos. Afinal, quem disse que tamanho é documento?

Noites Brancas de Dostoiévski é um clássico de apenas 112 páginas. Perfeito para quem busca se adentrar nesse universo da literatura, mas tem receio de não se prender e abandonar a leitura. O romance russo relata o encontro inesperado entre um homem e uma mulher que se repetirá por quatro noites.

O conto da Ilha Desconhecida, de Saramago, não é tão difundido como Ensaios Sobre a Cegueira, mas é perfeito para conhecer um pouco mais o trabalho do autor. A história é daquelas mais filosóficas, uma parábola sobre um homem que vai ao rei e lhe pede um barco para viajar até uma ilha desconhecida.

Foi Um Péssimo Dia, da Natália Borges Polesso é uma graça. Para rir e sentir o coração tocado enquanto lemos histórias sobre a família da autora no final dos anos 80.

A Vida Pela Frente é um dos romances mais vendidos do século XX e nele, Romain Gary conta a história de Momo, garotinho que vive sob os cuidados de Rosa, uma sobrevivente de Auschwitz. Para refletir sobre a inocência e a brutalidade do mundo.

O Lugar foi a obra que garantiu à Annie Ernaux o Prêmio Nobel de Literatura. Escrito de forma direta e cortante, a história é real e gira em torno da relação da autora com seus pais, suas origens e classe. A maioria dos livros de Ernaux são mais curtinhos, vale a pena encaixar vários na mala.

A Segunda Vida de Hilda Bustamante é uma obra linda e sensível. Nele, a autora Salomé Esper narra o retorno da morte de Hilda, aos 79 anos. Uma história sobre segundas chances, amor, gratidão e compreensão.

A Metamorfose de Kafka é uma parada obrigatória para os amantes da literatura. Se você ainda não o leu, leia. O que você faria se do nada acordasse no corpo de um inseto gigante?

Sidarta é uma das obras mais famosas de Hermann Hesse e é o fruto de uma viagem à Índia feita pelo autor em 1911. Também com um Nobel no currículo, aqui o escritor fala sobre um espírito rebelde que seguiu os ensinamentos de Buda, enquanto se manteve fiel à sua própria alma.

A Cabeça do Santo, de Socorro Acioli, foi desenvolvido na oficina do autor Gabriel García Márquez (indicação de peso) e conta a história de um jovem que pode ouvir as preces feitas para Santo Antônio de dentro da cabeça dele, literalmente.

Como Se Fosse Um Monstro, da Fabiane Guimarães, se passa no Brasil na década de 80/90 e é daqueles que nos deixam pensando “uau”. A narrativa é sobre uma jovem que sai do interior para trabalhar na casa de um casal rico na cidade grande que a faz a seguinte proposta: fazer barriga de aluguel. O resto é história.
E você, qual livro indicaria para a gente?
As tendências de Wellness Travel que vão definir 2026
2026 será o ano em que o bem-estar volta a assumir sua forma mais pura: leveza, natureza, rituais sensoriais e a busca por experiências que realmente elevam a nossa percepção de mundo.
Conheça algumas delas:
1. Wellness é social e mais sofisticado
Clubes de bem-estar ao ar livre, encontros sensoriais, spas que misturam DJ sets e sound baths. Para quem viaja muito, ter acesso às melhores casas, lounges e experiências se torna parte da rotina — e o bem-estar ganha um toque cosmopolita que combina com quem vive no fluxo entre cidades, países e fusos.
2. Saunas-performance
O ritual alemão do aufguss vira entretenimento sensorial.
Experiências que só acontecem em destinos selecionados, e que pedem curadoria, tempo e acesso.
3. 2026 será o ano da saúde da mulher
Retiros de longevidade feminina, programas hormonais, babymoons programadas com especialistas. Viajar para cuidar de si vira uma escolha estratégica.
4. Wellness para todas as idades
Viagens multigeracionais ganham programação própria: da yoga para bebês ao bootcamp teen. Uma tendência que acompanha famílias globais, que priorizam conforto, logística bem resolvida e experiências que deixam marca.
5. A volta do espiritual chic
Rituais de lua cheia, cantos, astrologia, som de tigelas, reiki com aquarela. O novo luxo é reconectar-se ao essencial, em destinos onde o silêncio vira ativo de valor.
6. Treinar o cérebro
A academia de 2026 exercita canais neurológicos, memória, foco e cognição. Para quem vive uma rotina exigente e internacional, é um equilíbrio necessário.
7. Mindful hobbies (propósito como luxo)
Jardinar na África do Sul, aprender Mah Jongg no México, fazer cerâmica na montanha. O hobby como viagem, a viagem como expansão, e tudo mediado por boas escolhas.
8. Star Bathing: meditar olhando o céu
Observatórios privados, caminhadas solares, rituais sob estrelas gigantes. Um respiro cósmico que combina com viajantes que privilegiam destinos com tempo, espaço e silêncio.
9. Beige Therapy: o deserto como remédio
Hotéis minimalistas, spas construídos na areia, caminhadas no amanhecer. O deserto vira cenário para quem busca profundidade, e prefere experiências raras, feitas sob medida.
Quem vive em movimento e valoriza aquilo que não se compra, como tempo, conforto e acesso às melhores experiências, precisa do cartão certo como aliado. O C6 Graphene, o private do C6 Bank, agora lançou o World Legend Mastercard, uma nova bandeira que entrega sofisticação e exclusividade em cada detalhe.
Com esse cartão, clientes têm acesso a um concierge, anytime check-in e check-out em hotéis selecionados, reserva prioritária e valet gratuito em restaurantes Michelin e muito mais.
Crédito sujeito a análise.


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